Via Araucária leva inovação e pesquisa aplicada ao Workshop RDT da ANTT

A Via Araucária participou, nesta terça-feira (6), do Workshop RDT da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), realizado na sede da Agência, em Brasília (DF). O encontro teve como foco a apresentação e discussão de projetos de pesquisa desenvolvidos pelas concessionárias a partir do Recurso para Desenvolvimento Tecnológico (RDT).

Via Araucária e seus projetos de pesquisa tecnológica

Representaram a concessionária no evento Helena Szortika Quadros, especialista em Obras de Arte Especiais (OAE), e Larissa de Sordi, gerente de Assuntos Regulatórios. Atualmente, a Via Araucária possui três projetos de RDT em desenvolvimento: o estudo avançado de misturas asfálticas recicladas à quente com implantação de trechos experimentais; a retroanálise de OAE’s existentes por meio de provas de carga e modelos digitais; e a avaliação experimental do desempenho da sinalização horizontal fotoluminescente em laboratório e em campo, com visibilidade reduzida em rodovias rurais.

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  • Além disso, há um quarto projeto desenvolvido pela concessionária Via Campo, voltado à inspeção de estruturas por técnicas não invasivas para avaliação da integridade estrutural, com estudo piloto na Ponte Rodoviária Ayrton Senna, que pode ser replicado para outras estruturas.

    “Existe uma estratégia da concessionária de utilizar o RDT não apenas como uma obrigação regulatória, mas como uma oportunidade de desenvolver conhecimento e soluções que possam efetivamente contribuir para a gestão dos nossos ativos”, afirma a concessionária.

    Pesquisa busca entender comportamento real das pontes

    O projeto apresentado por Helena Szortika Quadros parte da necessidade prática de compreender melhor o comportamento de uma ponte em operação para tomar decisões mais precisas sobre segurança, capacidade e necessidade de intervenção. “Não estamos simplesmente criando um modelo digital da estrutura. A ideia é fazer com que esse modelo represente, da melhor forma possível, o comportamento real da ponte”, comenta a engenheira civil.

    Nas provas de carga, caminhões com diferentes configurações são utilizados enquanto sensores acompanham deslocamentos, deformações e acelerações. A pesquisa também utiliza tecnologias de monitoramento sem contato. A partir dos dados, os pesquisadores avaliam parâmetros como possíveis perdas de proteção e a resposta da estrutura a diferentes níveis de carregamento.

    “Podemos utilizar informações de monitoramento e modelos calibrados para compreender melhor a condição da estrutura, simular cenários e apoiar decisões de manutenção, recuperação e reforço”, complementa Helena.

    A especialista reforça que o fomento a soluções inovadoras integra a estratégia da concessionária. “Queremos que a pesquisa aplicada faça parte da estratégia da concessionária e que os resultados desses projetos possam, de fato, voltar para a operação e contribuir para uma infraestrutura mais segura, eficiente e preparada para os desafios futuros”, conclui.

    Este conjunto de iniciativas demonstra o compromisso da Via Araucária com a inovação e a segurança na gestão de seus ativos, buscando soluções práticas e tecnológicas para aprimorar a infraestrutura rodoviária.

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